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“Impacto da comercialização de carne clandestina em Rondonópolis” foi tema de palestra da Vigilância Sanitária

Dando sequência ao “Ciclo de Palestras Técnicas” da 41ª Exposul desta terça-feira (13), a Secretaria Municipal de Saúde através do seu Departamento de Vigilância Sanitária, reuniu estudantes de zootecnia, proprietários de açougues e casas de carnes da cidade, bem como, pequenos produtores rurais no auditório Áureo Candido Costa do Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias e realizou uma palestra significativa sobre os “Impactos da Comercialização de Carne Clandestina em Rondonópolis” e, suas implicações financeiras, sanitárias e penais.
O palestrante foi o médico veterinário sanitarista, da Vigilância Sanitária, Kleysller Willon Silva, que falou sobre os perigos e prejuízos à saúde humana, bem como, dos problemas financeiros provocados não apenas ao bolso do consumidor que acaba comprando e consumindo um produto sem origem definida e de qualidade duvidosa, mas sobretudo, aos cofres da municipalidade, que acaba perdendo receita, por conta da eventual sonegação de impostos.
Segundo veterinário, a vigilância sanitária realizou um estudo sobre o comércio de carnes na cidade nos anos de 2010 e 2011 e descobriu que cerca de 60% da população consumia algum tipo de carne de origem clandestina.
A entidade então se mobilizou e procurou o Ministério Público local que se prontificou a fazer uma parceria para combater esse tipo de irregularidade, identificando e responsabilizando criminalmente os infratores.
Conforme o Sanitarista Kleysller, muita coisa já foi feita! A vigilância Sanitária vem desenvolvendo um trabalho de conscientização e ordenamento no setor fiscalizando as feiras livres, os açougues e casas de carnes, bem como, os mercados e supermercados que atuam no comércio de carnes. “Na verdade é quase impossível exterminar com essa prática criminosa. Mas nós estamos trabalhando para reduzir a números pelo menos aceitáveis”, externou o veterinário.

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