POLÍTICA

Secretário visita entidade e reafirma apoio no trabalho com dependentes químicos

Nos primeiros dias à frente da Secretaria de Promoção e Assistência Social do Município, o secretário Mohamed Zaher tem cumprido uma rotina de visitas a setores e entidades ligadas direta e indiretamente a sua Pasta. Nesta terça-feira (11), Zaher atendeu a um convite da coordenadora da Casa Esperança, Abadia Rosa Miranda, e foi até a região da Vila Paulista acompanhar o funcionamento da unidade II, onde moram, em regime de internato, 47 dependentes químicos em recuperação.

Mohamed fez questão de ressaltar a importância do Poder Público estreitar ainda mais os laços e incentivar a continuação de trabalhos sociais de destaque, como é o caso da Casa Esperança. “Aqui o Município atende com uma subvenção mensal de R$ 12.500 mil que eles usam para manter os serviços médicos com psiquiatria, psicologia, enfermagem, laboratório, odontologia e outros. Mas, dá para fazermos mais. Se não com mais recursos, com a própria influência da prefeitura, com a cessão de profissionais em forma de parceria e de muitas outras maneiras. Vamos estreitar esta relação”, comentou.

Segundo Abadia, a secretária de Saúde Marildes Ferreira já auxilia a Casa Esperança e estuda a possibilidade de pactuar com a unidade, fazendo com que os recursos da subvenção fiquem mais soltos, com profissionais da rede municipal atendendo a unidade. Outra possibilidade de auxiliar o centro de recuperação é incluí-lo em programas federais que destinam recursos para este tipo de serviço.

A Secretaria comandada por Mohamed já auxilia o trabalho na Casa Esperança, pois é a responsável por fazer a triagem de usuários de drogas na cidade. Essa triagem ocorre via Cras (Centro de Referência a Assistência Social) e, também, pelo Creas (Centro de Referência Especializado a Assistência Social). “A capacidade da casa Esperança II, que fica na zona rural, é de até 70 internos e hoje conta com 47. Ou seja, dá para expandir mais um pouco”, analisa o secretário.

Na visão de Abadia, porém, o número reduzido no momento permite que o trabalho seja feito com mais cuidado e individualidade. Hoje os internos têm aulas de informática, de artesanato, alfabetização e participam do programa EJA (Educação de Jovens e Adultos), com professores cedidos pelo Município.

A estrutura ainda dispõe de biblioteca, salas para atendimento profissional e uma horta, que pode se tornar uma fonte de renda para a entidade. “Atualmente o que produzimos é só para o consumo próprio e atendemos voluntariamente outras instituições. Mas, existe um projeto de comercializar nossa colheita no futuro”, ressalta.

Após elogiar a organização do refeitório, dormitório e outros espaços utilizados pelos internos, o secretário Mohamed disse que acredita que o local tem condições reais, atualmente, de ser considerada uma das principais armas do Município na luta contra as drogas.

“A pessoa que está em condições deploráveis na rua e tem a oportunidade de conviver em um ambiente como este aqui, eu não tenho dúvida de que se sentirá um ser humano atendido e considerado como um cidadão que realmente precisa de ajuda”, falou o secretário.

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