Estado organiza evento internacional para apresentar ‘Boas Práticas do Trabalho Decente’

Mato Grosso erradicou o trabalho infantil dos 5 aos 9 anos, apresenta taxas de desemprego bem inferiores à média nacional e apresenta avanços no número de trabalhadores com carteira assinada. Estas foram algumas das informações apresentadas pela diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Laís Abramo, nesta quinta-feira (23.08), em Cuiabá, durante o evento de assinatura do ‘Memorando de Entendimento’ para realização do Seminário Internacional do Trabalho Decente, que acontecerá em maio de 2013.
Mato Grosso erradicou o trabalho infantil dos 5 aos 9 anos, apresenta taxas de desemprego bem inferiores à média nacional e apresenta avanços no número de trabalhadores com carteira assinada. Estas foram algumas das informações apresentadas pela diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Laís Abramo, nesta quinta-feira (23.08), em Cuiabá, durante o evento de assinatura do ‘Memorando de Entendimento’ para realização do Seminário Internacional do Trabalho Decente, que acontecerá em maio de 2013.
Mato Grosso erradicou o trabalho infantil dos 5 aos 9 anos, apresenta taxas de desemprego bem inferiores à média nacional e apresenta avanços no número de trabalhadores com carteira assinada. Estas foram algumas das informações apresentadas pela diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Laís Abramo, nesta quinta-feira (23.08), em Cuiabá, durante o evento de assinatura do ‘Memorando de Entendimento’ para realização do Seminário Internacional do Trabalho Decente, que acontecerá em maio de 2013.
“É uma enorme satisfação apresentar os dados do Trabalho Decente em Mato Grosso, um Estado que além de conseguir avanços positivos tem lançado experiências inéditas em todo país e conquistado resultados extremamente importantes”, disse a diretora da OIT no Brasil.
Para o governador do Estado, Silval Barbosa, os índices positivos são frutos do trabalho desenvolvido em parceria com inúmeras instituições. “Nós não tivemos medo de mostrar nossas estatísticas e tivemos coragem para assumir o enfrentamento do trabalho degradante. O dia de hoje se tornará histórico, seja pelas parcerias firmadas, seja pelo grande destaque que Mato Grosso conquistou”, disse o Governador.
A representante do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Vera Lúcia Albuquerque, também esteve presente na solenidade e enfatizou a atuação do Estado. “Mato Grosso é um exemplo na forma de organização tripartite para o desenvolvimento de ações do trabalho decente e por isso deve se tornar referência para todo país”, afirmou a representante do MTE.
NÚMEROS DO TRABALHO DECENTE
O relatório do perfil do trabalho decente no Estado e no país foram traçados com base em dez indicadores relacionados aos números do último Censo Demográfico e na Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD). Entre os indicadores estão: a oportunidade de emprego, remuneração adequada, jornada de trabalho, conciliação de trabalho com vida pessoal e familiar, trabalho a ser abolido, estabilidade e segurança no trabalho, igualdade de oportunidades e o acesso a assistência social.
Os dados revelam que o país tem crescido de forma inclusiva, com mais distribuição de renda, auxiliando assim na erradicação da pobreza e na redução das desigualdades sociais. Estão entre os fatores contributivos deste cenário, os programas de transferência de renda, o crescimento do emprego formal (com carteira assinada), o aumento real do salário mínimo e ampliação das garantias de seguridade social.
Atualmente, o Brasil apresenta taxa de desemprego na casa de 8,4% e Mato Grosso 5,9%. Em ambas as dimensões, as mulheres negras são o grupo de maior incidência de pobreza. No tocante ao desemprego juvenil, Mato Grosso também apresenta taxas inferiores à média nacional.
O número de trabalhadores na informalidade reduziu cerca de 8% no Estado na última década, situação inversamente proporcional ao índice de trabalhadores com carteira assinada, que hoje representam 54,3%. Com relação ao trabalho entre sexos, elas, as mulheres, trabalham cerca de oito horas semanais a mais que os homens. Esta é uma realidade nacional e local e leva em consideração as horas presentes no emprego, acrescidas aos afazeres domésticos.