O que vem pela frente

Parece que agora o processo eleitoral caminha para a reta final. Faltam menos de dois meses para que os prefeitos de diversos municípios do país sejam escolhidos pelo povo, ou seja, pelo eleitor, inclusive aqui em nossa cidade, Rondonópolis. Também vamos escolher os nossos vereadores, que são os representantes políticos, que teoricamente estão mais próximos da comunidade.
As eleições , como todos nós sabemos, é uma verdadeira festa da democracia, o povo quando escolhe, temo direito de acertar ou de errar; Mas como diz o velho ditado, em eleição geralmente o povo não erra e quando erra, tira do governo assim que percebe que cometeu um equívoco. Nestas eleições para prefeito de Rondonópolis, as três alternativas para que o povo da cidade escolha quem vai governar para os próximos quatro anos, estão colocadas, desde o dia cinco de agosto, data final das convenções.
Sem entrar no mérito e nas características de cada um dos candidatos, que estão com os nomes colocados para a disputa de Rondonópolis; Vale ressaltar que todos eles têm capacidade para gerir a cidade durante o período que virá para frente. No entanto, neste momento, o que o eleitor deve levar em consideração é a capacidade laborativa de cada um pela cidade e também a capacidade política para trazer para Rondonópolis o que todos querem com: geração de emprego, renda, saúde, educação e principalmente melhorar a qualidade de vida da cidade no geral.
É preciso destacar que o atual prefeito de Rondonópolis não fez um mau trabalho, muito pelo contrário; Zé Carlos do Pátio trabalhou bastante nestes oito anos em que esteve no poder e deve ser lembrado na história como um grande prefeito dessa cidade.
No entanto, a partir do dia primeiro de janeiro de 2025, Zé do Pátio será passado, Rondonópolis terá um novo gestor, que pode ser até mesmo Paulo José Correia, candidato que tem um apoio de Zé do Pátio, Cláudio Ferreira, o Paisagista ou deputado estadual Thiago Silva.
Nós já dissemos neste espaço no começo desse texto, todos esses três estão capacitados para governar Rondonópolis e o eleitor agora vai estudar com afinco cada um deles antes de tomar uma decisão, que pode mudar o rumo e o futuro da cidade e também de todos que vivem em Rondonópolis.
Se o eleitor vai acertar ou errar nesta escolha, quem vai nos responder é o tempo. E quando tempo responder, saberemos realmente se Rondonópolis vai melhorar ou piorar. O desejo de todos é que o candidato escolhido traga pela cidade todas as expectativas que o rondonopolitano quer, em tese uma vida melhor, independente de quem estiver sentado na cadeira de preto.
Portanto, o momento é de cautela e também de aproveitar que os candidatos estão mais expostos, para, enfim, tomar uma decisão que, como já dissemos aqui, é muito mais do que uma simples escolha, é a possibilidade de uma mudança de vida, para melhor ou para pior, dependendo de quem será o escolhido para governar Rondonópolis pelos próximos quatro anos, ou quem sabe oito anos.
Fonte: Da Redação