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Promotor divulga áudio e explica segredo de justiça no processo que apura a morte do padre João Paulo

O promotor de Justiça Ari Madeira Costa, divulgou na rede social “Whats App”, um áudio de 02:04 minutos de duração, onde fala do segredo de justiça que envolve o inquérito policial que investiga a morte violenta do padre João Paulo Nolli de 35 anos, ocorrida na noite do sábado (08/10), bem como, esclarece sobre eventuais boatos e especulações sobre a eventual motivação do crime, que circulam nos grupos de redes sociais e rodas de conversas.

Segundo o áudio, o fato do caso envolver menores de idade, por si só já impedem a divulgação da identificação dos envolvidos, mas que a justiça será feita dentro dos limites da lei.

O representante do Ministério Público reiterou ainda que nenhum fato ou circunstância do processo lança qualquer mancha sobre a relação respeitosa e carinhosa que havia entre o Padre João Paulo e as pessoas que por ele eram acolhidas e aconselhadas com amor e dedicação. isso é inquestionável!

Ari madeira diz ainda que os indícios levantados até agora nas investigações ainda em curso, que realmente teria se dado uma tragédia sem o devido planejamento anterior por arte dos ofensores, ou ainda tenha havido a participação de terceiros.

Transcrição da Integra do áudio:

“Olá eu sou Ari Madeira e me dirijo agora aos cidadãos de Rondonópolis. Muitas pessoas com razão estão curiosas sobre o desfecho das investigações a cerca do evento em que foi ceifada a vida d padre João Paulo.

Por um lado em respeito aos membros da igreja a que a vítima servia com dedicação e ao mesmo observando a lei, preciso explicar ao povo de Rondonópolis, que processo corre sob sigilo por envolver, como todos sabem, três adolescentes que responderão nos limites da lei pelo que fizeram, mas não podem ser identificados e tão pouco deve o fato ser explorado pelas mídias sob pena de deixarmos de fazê-lo, o que o próprio padre João Paulo pregava: Isto é, fugir do pecado e evitar a violência. Indignar-se com o sofrimento dos nossos irmãos, mas cumprir a lei.

Cumprir a lei do nosso tempo de forma ordeira. Entretanto algumas afirmações eu me arrisco a fazer com toda franqueza, mesmo em se tratando de uma investigação que ainda não esta finalizada.

Vejamos: primeiro: nenhum fato ou circunstancia do processo lança qualquer mancha sobre a relação respeitosa e carinhosa que havia entre o Padre João Paulo e as pessoas que por ele eram acolhidas e aconselhadas com amor e dedicação. isso e inquestionável!

Como foram apurados ate aqui, os indícios realmente apontam para uma tragédia sem planejamento anterior por arte dos ofensores, ou participação de terceiros. Sendo que as investigações da Policia Judiciária, como eu disse , estão sendo rigorosas em relação a todo e qualquer detalhe observado.

Quaisquer especulações portanto, quaisquer teorias conspiratórias, nesse momento, são inoportunas e tendem somente a fazer sofrer ainda mais s corações que já estão doridos de saudade.

Fiquem em paz e recebam o respeito do Ministério Publico do Estado de Mato Grosso. Muito Obrigado

Ari Madeira Promotor de Justiça

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