Morte por H1N1 em Rondonópolis foi de paciente de Paranatinga

A Secretaria de Saúde do Município recebeu a confirmação do Instituto Paulistano Adolfo Lutz, de São Paulo, de que três pessoas que deram entrada em unidades locais de emergência nos últimos dias estavam com vírus H1N1. Dois deles vieram transferidos de Paranatinga. Um homem de 34 anos, morreu dias depois da internação, o outro ainda está internado na Unidade de Terapia Intensiva – UTI do Hospital Regional. O terceiro é um rondonopolitano que está reagindo bem ao tratamento e tem previsão de alta para os próximos dias. O paciente está internado na Santa Casa de Misericórdia.
As informações foram confirmadas pela enfermeira da Vigilância Epidemiológica Municipal, Angélica Fátima Bonatti, na manhã desta sexta-feira (23). “Enviamos para São Paulo, ao todo, 28 casos suspeitos. Destes, vieram três confirmações, quatorze deram negativo e duas crianças estavam infectadas pela Influenza H3, uma subtipagem da H1N1, mas todas estão bem. Ainda existem nove resultados, que devem chegar na próxima semana”, explicou.
Apesar a confirmação dos casos, a enfermeira disse que não se trata de uma epidemia embora a população tenha que ficar alerta. Segundo ela, a vacinação efetiva tira a chance do problema se alastrar. Os chamados grupos de risco, pessoas com doenças crônicas e pulmonares devem procurar as unidades para fazer a vacina, que é aplicada nas unidades de saúde e protege de três variações do vírus da gripe: a H1N1, a chamada gripe sazonal e do H3.
No ano passado, o município teve 17 notificações com suspeitas de H1N1 no outono e inverno. Sendo que três casos foram confirmados e uma morte registrada.