POLÍTICA

Diagramador do jornal Folha Regional conta histórias e curiosidades da profissão

O dia 28 de março é dedicado ao profissional que organiza os textos e imagens e dão vidas as páginas dos jornais, revistas, livros, anúncios e websites. Um jornal, por exemplo, está por trás do trabalho do Diagramador. Nesta edição, o Folha Regional homenageia os trabalhadores que desempenham essa função e conversou o responsável pela diagramação do nosso jornal, Sidney Lucas Bernardo, 37 anos.
Há mais de 10 anos na área, Sidney começou a trabalhar no Diário do Rio Doce, em Governador Valadares (MG), tendo trabalhado também na Editora Leste da mesma cidade. Em 2014, foi aprovado para o curso de Sistema de Informação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Rondonópolis, e, chegando na cidade, aceitou o convite para trabalhar no jornal Folha Regional.
Em sua função, ele destaca que o diagramador precisa se preocupar com o todo, de maneira que proporcione ao leitor um conteúdo harmônico e criativo. “A função é distribuir o conteúdo informativo de forma harmônica, que facilite a leitura e a exposição das informações em uma mídia impressa,” comenta Bernardo.
O diagramador trabalha com programas como InDesign, Photoshop, Adobe PageMaker, CorelDraw, Quark Xpress, entre outros, auxiliam na execução do seu trabalho graças a tecnologia. “A tecnologia contribuiu bastante para facilitar e dar agilidade no trabalho do diagramador, novos programas com novos recursos, mas os principais mantiveram suas características de um programa de diagramação,” comenta Sidney.
Estudante também do curso de Marketing, ele comenta que se preocupa em fazer um trabalho que esteticamente agrade aos olhos do leitor. Na profissão, ele destaca que é um trabalho interessante, especialmente, por poder ousar e passar a informação de forma artística.
Quanto ao mercado de trabalho neste setor, o diagramador comenta que é bastante amplo. “Editoras de revista, jornais, agências de publicidade precisam de um bom diagramador devido ao conteúdo vasto, para atender demandas quanto a livros, cartilhas, manuais de produtos e até mesmo bula de remédio,” informa Bernardo.
Por fim, Sidney falou sobre a possibilidade de o jornal impresso desaparecer em razão do online. “O jornal impresso não acaba. Ele é um documento e representa a seriedade da informação. Em um tempo, onde as falsas informações tomam conta da internet, o jornal represente um documento, a credibilidade, a confiança dos leitores e dos anunciantes,” finalizou o diagramador.

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