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Estéco acompanha crescimento de Rondonópolis em seus 40 anos de história

O contador Waldemar Akira Koike, 61 anos, chegou ainda criança em Rondonópolis, na época, ele conta que a região ainda era pouco povoada. “Chegamos em 1960, viemos de Cafelândia (SP) meu pai veio por conta da agricultura, plantava arroz, milho e feijão, antes aqui era tudo mata por aqui,” recorda. Seu Akira, que tinha tudo para se dedicar a agricultura, iniciou sua vida profissional ao que mais ama: a contabilidade.
“Comecei a trabalhar entre 1971 a 1972 na Rondoleste, com Hisahiro Kida, ele me incentivou a montar o escritório, eu sempre trabalhei com contabilidade, amo o que faço,” comenta Akira.
Em 1974, ele se forma em técnico em contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Rondonópolis, dois anos depois, em 26 de maio de 1976, ele cria o Escritório Técnico Contábil (Estéco).
“Começamos com seis ou sete funcionários, hoje contamos com 23, inicialmente o escritório era na esquina da Fernando Correa da Costa com a Marechal Dutra, onde tem uma farmácia hoje. Depois construímos na Otávio Pitaluga, fomos um dos primeiros prédios,” conta o contador.
Akira relembra que no início da vida profissional, no setor da contabilidade os tempos “eram difíceis”.
“Era muito difícil tudo era em Cuiabá, Rondonópolis não tinha órgão central e tínhamos que ficar deslocando até a capital semanalmente, ou mandava alguém, foi facilitando com o desenvolvimento e a partir da informatização que começou a melhor,” narra Akira.
Sobre o que espera para a sua empresa para os próximos anos ele destaca:
“Quero que o crescimento seja de acordo com o desenvolvimento da cidade, formei aqui, vivo aqui e quero morrer em Rondonópolis. Pretendo trabalhar até quando Deus me permitir,” afirma o contador.
Akira que é casado com Miriam Koke e pai de dois filhos, tem em sua trajetória várias premiações e homenagens. Entre elas, ele mostra os quadros em sua sala referentes a Moção de Congratulação recebida na Assembléia Legislativa e a Moção de Aplausos que ganhou na Câmara Municipal.
Durante a carreira, ele fundou a Associação dos Contadores, na década de 80, e ocupa pela 2ª vez o cargo de conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

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