Mato Grosso registra mais de 4 mil casos de dengue em 2015; Rondonópolis apenas um

Mato Grosso teve um aumento considerável no número de casos de dengue nos primeiros 90 dias de 2015. São 4.180 casos registrados, sendo 160 em janeiro e mais de 4 mil nos meses de fevereiro e março. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) Sinop e Cuiabá são os municípios que apresentaram os maiores números de notificações, com 963 e 374 casos, respectivamente. Rondonópolis, que já foi um dos maiores polos de proliferação da doença, conseguiu atingir quase a excelência no controle da doença.
Em comparação com o mesmo período do ano passado, no estado todo, houve uma redução de 14,89%. De janeiro a março de 2014 foram registradas 4.929 notificações. Em relação à ocorrência de óbitos relacionados à doença, seis casos foram informados, tendo uma confirmação no município de Sapezal. As outras cinco mortes estão em investigação e aguardam resultado.
Segundo a SES, ainda foram registrados 17 casos suspeitos de febre chikungunya. Deste total, sete ainda estão sob investigação, nove foram descartados e um caso foi confirmado. Rondonópolis, Pontal do Araguaia, Arenápolis e São Féliz do Araguaia notificaram apenas um caso cada. Já em Marcelândia, foram dois registros e na capital Cuiabá 11 notificações foram registradas.
Sintomas
A dengue e a febre chikungunya são transmitidas pelo mesmo vetor, os mosquitos Aedes aegypti e albopictus, que podem ser eliminados com simples ações no dia-a-dia. É preciso que a população mantenha os cuidados e combata os focos do mosquito em casa, evitando o acúmulo de água parada e de lixo, nos quintais e terrenos.

Os sinais e os sintomas da dengue e da Febre Chikungunya são parecidos, a primeira manifestação é a febre alta de início abrupto, acompanhada de dores articulares e musculares, dores de cabeça, fadiga e manchas avermelhadas na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Fique alerta aos sintomas da dengue, caso apresente sinais e sintomas das doenças, deve-se procurar imediatamente os serviços de saúde e evitar o uso medicamentos sem prescrição médica.
Fonte: Da Redação com G1

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