Parar ou não parar

Editorial

Redação 290 acessos



O serviço de estacionamento rotativo na região central da cidade deve chegar ao terceiro ano de atuação em Rondonópolis em dezembro deste ano. O chamado Rotativo Rondon, no entanto, não é unaniistas que perdiam horas e horas para parar os seus veículos.
Com o rotativo, a realidade mudou, sobram vagas para estacionamento no centro, mas isso, não quer dizer a satisfação está sendo geral.
No entanto, há um grupo que pensa que da forma que é feito, o rotativo não estaria atingindo o objetivo, pois ao invés de disciplinar estaria tornando o centro de Rondonópolis um verdadeiro deserto, pois também estaria contribuindo, juntamente com a crise econômica para afugentar os consumidores do comércio, pois muitos estariam evitando fazer suas compras no centro para não pagarem os valores do estacionamento.
Sabemos que se trata de teoria e não há qualquer estudo sério que comprova a saída do consumidor do centro atrelada ao sistema de estacionamento, mas o que é fato, é que há reclamações de todos os setores, desde o valor até o tempo e a região a qual o sistema atende.
O que, na verdade, deve ser feito pelo Poder Público, que é quem tem poder de autonomoia sobre o funcionamento do sistema, um grande estudo para analisar a real viabilidade e necessidade deste tipo de serviço na região.
O estudo tem que apontar além dos problemas a serem resolvidos a solução e medidas que deverão ser tomadas para otimizar o sistema e garantir um serviço que realmente agrade e traga soluções para sociedade, que ajude até mesmo a melhorar o movimento no comércio do centro de Rondonópolis.
Na verdade, vale destacar, que se nada for feito a reclamação vai continuar ocorrer de forma mais acentuada, de um lado está o usuário que sempre estará insatisfeito em pagar para estacionar no centro da cidade e de outro estará a empresa que também sabe que o Rotativo em Rondonópolis não representa e não dá a lucratividade necessária para a manutenção dos serviços e principalmente dos direitos trabalhistas de seus funcionários, vide a grita de muitos que foram demitidos neste ano na imprensa local, reclamando de atraso de alguns pagamentos por parte da empresa.

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