Mato Grosso gera mais de 10 mil postos de trabalho; agropecuária lidera

Redação 377 acessos



N contramão do Brasil que fechou 40.864 postos de trabalho no mês de janeiro, Mato Grosso registrou a abertura de 10.010 empregos com carteira assinada. O resultado é puxado pela agropecuária com um saldo positivo de 7.396 vagas e pelo setor de serviços com 2.124. A construção civil foi a única a ter saldo negativo com o fechamento de 333 postos.
O resultado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado no início do mês, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Segundo o balanço do Caged, o saldo de janeiro de 2017 é o melhor desde 2015. A série histórica releva que em janeiro de 2015 haviam sido geradas 6.316 vagas de trabalho e em 2016 um total de 6.900. O melhor resultado desde janeiro de 2003 pertence ao ano de 2014 com a criação de 10.264 postos de trabalho.
Por setor econômico, a agropecuária foi a que mais gerou empregos de janeiro deste ano com 7.396 postos de trabalho. O resultado é motivado pela fase de colheita da soja e início do plantio do milho, bem como os trabalhos nas lavouras de algodão.
O setor de serviços vem em seguida com 2.124 postos de trabalho gerados. Conforme o Caged, tal saldo positivo foi provocado pelo segmento de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico com 1.257 vagas geradas a mais que o volume de desligamentos de trabalhadores.
O caged mostra ainda que a indústria da transformação apresentou saldo positivo de 583 empregos, puxados pela indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico. Já o comércio, que vinha apresentando saldos negativos em 2016, voltou a registrar saldo positivo verificando-se a criação de 239 novos postos de trabalho, puxados pelo setor atacadista. A construção civil teve saldo negativo com o fechamento de 333 postos.

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