A força da transparência

Editorial

Redação 308 acessos



A Folha Regional apresenta nesta edição uma reportagem onde aponta a Assembleia Legislativa de Mato Grosso como a mais transparente da região Centro-Oeste, o que de fato é um avanço, pois em tempeserto de falta de informação precisa e clara sobre atos públicos e ações dos poderes em todas as esferas.
No entanto, sabemos que a tão falada transparência, por parte da Assembleia Legislativa, não nasceu por acaso ou vontade própria, e sim, por pressão da mídia, do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização dos poderes, que sempre cobraram a divulgação de informações como , por exemplo, o salário dos servidores públicos ou a emissão de contratos, entre outras.
Mesmo assim, temos que aplaudir, pois sabemos que está entre as mais transparentes de uma região não é algo tão simples, que pode passar ignorado, é sim digno, pois a AL poderia apenas cumprir a Lei e nem se preocupar em ser reconhecida pela Excelência em termos de clareza na prestação de informação à população. Poderia colocar apenas as informações básicas que manda a Lei, e não ir além, como é o caso do nosso Poder Legislativo Estadual.
Na verdade, os órgãos fiscalizadores já sabem que os gestores tem preocupação em cumprir a Lei de Acesso a Informação, mas, por outro lado, é visto de forma clara que é preciso ir além, e transformar os portais em canais com informações mais amplas e de acesso ainda mais simplificado ao cidadão comum.
A ideia de se criar um ranking onde os portais da transparência são avaliados e analisados com frequência tornou-se a grande saída para que os gestores trabalhem ainda mais para que seus portais cresçam e realmente facilitem com que o cidadão tenha acesso à informação precisa e com toda a facilidade.
Na verdade, quando os Poderes chegarem a conclusão que ser transparente é uma grande vantagem para o cidadão e para quem está no Poder, poderemos ver portais ainda melhores e mais eficientes que estamos vendo hoje. O cidadão bem informado, sabe até onde vai o ponto da crítica, o mal informado, por outro lado, critica de forma irresponsável.
Sabemos que há tecnologia para que a divulgação dos atos públicos seja quase instantânea, o gestor toma uma decisão ou assina um documento e esse documento em questão de segundos pode se tornar público, ou até mesmo, uma cópia pode chegar ao cidadão para que todos saibam o que os nossos gestores estão fazendo.

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